Press Release
 
CRESCIMENTO DO MERCADO MUNDIAL E OPORTUNIDADE NOS LICENCIAMENTOS FAVORECEM INDÚSTRIA NACIONAL DO BRINQUEDO
AMBIENTE DE NEGÓCIOS CADA VEZ MAIS GLOBALIZADO GERA NOVAS OPORTUNIDADES PARA FABRICANTES BRASILEIROS NOS PRÓXIMOS ANOS.

Segundo a ABRINQ – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, os grandes concorrentes estrangeiros tiveram seus volumes de vendas bastante afetados ao longo de 2017, ainda que as vendas de brinquedos tenham registrado crescimento de modo geral - de acordo com relatório anual da NPD Group’s Global Toy Market Report, o faturamento mundial do setor foi de US$ 89 bilhões e vem crescendo desde 2011.

Some-se a este cenário o fato de que os maiores licenciadores globais não têm criado “best sellers”, abrindo espaço para os criadores de brinquedos e animando fabricantes que apostam em marcas próprias. A ABRINQ identificou um movimento de fabricantes chineses independentes rumando em direção a linhas próprias e a migração da manufatura para países como Vietnã, Malásia e Filipinas, entre outros, por conta do aumento sistemático dos custos de produção na China.

Esse movimento em que muitos fabricantes americanos e chineses independentes voltaram os olhos para a América do Sul e o Brasil, particularmente, representa uma realidade aumentada para o mercado nacional, de acordo com o presidente da ABRINQ, Synésio Batista da Costa. Segundo o dirigente, o risco é que uma redução robusta nas importações põe o mercado nacional muito perto do limite da capacidade instalada para atender a demanda. Duas das maiores redes de varejo juntas detêm 40% das vendas de brinquedos, as demais 20 cadeias especializadas, algo próximo de 45%, e os restantes 8.000 pontos de venda no País ficam com 15% das vendas ao consumidor.

Para Batista, trata-se de uma oportunidade para a indústria nacional ampliar sua capacidade fabril nos próximos três a cinco anos, tendo em vista que o mercado conta com legítimos mecanismos de compensações. Para se ter uma ideia do potencial de crescimento, em países da Europa o consumo chega a 30 brinquedos per capita por ano e, nos Estados Unidos, em torno de 28, enquanto no Brasil esse número está na casa de seis brinquedos.

O Brasil tem cerca de 45 milhões de crianças consumidoras e uma natalidade diária muito estruturante. Em 1996, após a grande depressão sofrida pelo setor, os fabricantes nacionais detinham 38% de participação de mercado. Nos anos seguintes, graças a uma série de ações da ABRINQ em conjunto com atores federais, estaduais e municipais, o índice se aproximou dos 58% de participação.




Data: 26/02/2018

Informações para imprensa
Primeira Página | Assessoria de Comunicação e Eventos.
www.ppagina.com
Telefone (11) 5908-8210
Rua Loefgreen, 579 | Vila Mariana | 04040.030 | SP/SP
Jornalista Responsável: Luiz Carlos Franco
ppagina@ppagina.com
Fevereiro/2018